domingo, 28 de abril de 2013
"Luzes da cidade, coração solar
Beijo de chegada ou hora de entrar em cena
Eu e a minha pequena...jogo só de dois
Fina da tempestade...Vila Isabel
Velha novidade
Teu sorriso bossa nova
Que esse céu azul se mova muito devagar...
Pode ser abençoado o teu amor, morena
Pode ser de abençoar...
Luzes da cidade, coração solar..."
Luzas da cidade - Marcelo Camelo
Beijo de chegada ou hora de entrar em cena
Eu e a minha pequena...jogo só de dois
Fina da tempestade...Vila Isabel
Velha novidade
Teu sorriso bossa nova
Que esse céu azul se mova muito devagar...
Pode ser abençoado o teu amor, morena
Pode ser de abençoar...
Luzes da cidade, coração solar..."
Luzas da cidade - Marcelo Camelo
sexta-feira, 26 de abril de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
Nunca fui muito de escrever 'coisas' minhas aqui. Sempre coloco frases, poesias, músicas, vídeos...todas essas delicadezas são de outras pessoas. Com exceção de fotos, que vez ou outra coloco algumas minhas aqui. Mas hoje, com toda dor de cabeça em mim, resolvi escrever. Nada especial, mas essencial pra mim: amor é verbo, gente, e quando deixar de ser...acabou pra mim! Então, que esse ciclo se encerre. Na verdade, ciclo encerrado!
domingo, 14 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Desfiou a barra mal costurada
em seu coração.
Desfiou e retirou dali cada ponto grosseiro,
desalinhado, assimétrico que tinha feito.
Era tanto desencanto para desfiar que ali passou por
três dias sem mais nada fazer.
Relembrou do cantor, do dançarino árabe, do moço de
sorriso amarelo.
E sorriu (nada mais lhe parecia certo naquele
momento).
Costurou então seu coração com palavras macias,
gracejos, carinho na ponta dos dedos do pé, beijos na nuca, mãos que
circundavam a cintura, com as canções mais bonitas, meias listradas...
O seu coração então encheu-se de cor...
e ela não quis mais chorar.
Tantos Figos
Vi minha vida se desenrolar diante de mim como uma figueira de um conto que havia lido. Da ponta de cada ramo, um gordo figo roxo acenava e me seduzia com um futuro maravilhoso. Um figo significava um marido e um lar feliz com filhos, outro era uma poetisa famosa, outro uma professora, outro era Esther Greenwood, a surpreendente editora, outro era a Europa, a África e a América do Sul, outro Constantin e Sócrates e Átila, um bando de amantes com nomes esquisitos e profissões originais, outro ainda era uma campeã olímpica, e acima de todos esses figos havia muitos outros que eu não conseguia entender. Vi-me sentada sob essa figueira, morrendo de fome, só porque não conseguia decidir qual figo escolheria. Queria-os todos, e escolher um significava perder o resto. Incapaz de me decidir, os figos começavam a murchar e apodrecer, e um a um caiam no chão a meus pés…
Sylvia Plath
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